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Evangelho do 30º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

Evangelho de Mateus 22,34-40
AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO: O MAIOR MANDAMENTO DE JESUS
Evangelho de Mateus 22,34-40 | 30º Domingo do Tempo Comum

Você já se perguntou qual é o ensinamento mais importante de Jesus? Entre tantas coisas que aprendemos na catequese, nas histórias da Bíblia e durante a Santa Missa, existe um mandamento que resume toda a nossa vida cristã: amar a Deus de todo o coração e amar o próximo como a nós mesmos!

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus responde à pergunta de um mestre da Lei e nos revela que o amor é o caminho para vivermos unidos a Deus.

Mas será que amar significa apenas sentir carinho por alguém? Como podemos demonstrar nosso amor a Deus, que não podemos ver, e às pessoas que encontramos todos os dias?

Vamos descobrir juntos!

QUAL É O MAIOR MANDAMENTO?

Certo dia, alguns fariseus se reuniram ao redor de Jesus. Um deles, que era mestre da Lei, fez uma pergunta para colocá-Lo à prova: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” (Mt 22,36)

Naquele tempo, o povo de Israel conhecia muitos mandamentos e ensinamentos presentes nas Escrituras. Mas aquele homem queria saber qual deles era o mais importante.

Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento!” (Mt 22,37)

E acrescentou: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 22,39)

Jesus explicou que toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos.

Isso significa que todos os ensinamentos de Deus encontram seu verdadeiro sentido no amor.

Quem ama a Deus de verdade também é chamado a amar seus irmãos.

O AMOR COMEÇA EM DEUS

Existe algo muito importante que precisamos compreender: antes mesmo de aprendermos a amar, Deus já nos amava!

Foi por amor que Ele nos criou.

Foi por amor que enviou seu Filho Jesus para nos salvar.

E é por amor que continua nos chamando para viver em sua presença.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a caridade é a virtude pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por Ele mesmo, e ao próximo como a nós mesmos, por amor de Deus (cf. CaIC §1822).

Por isso, o amor cristão não é apenas um sentimento bonito.

É uma graça que recebemos de Deus e que deve transformar nossas escolhas, palavras e atitudes.

Quando amamos, participamos da própria vida de Deus, porque Deus é amor! (cf. 1Jo 4,8).

AMAR A DEUS DE TODO O CORAÇÃO

Jesus nos pede para amar a Deus com todo o coração, toda a alma e todo o entendimento.

Mas o que isso significa?

Significa que Deus deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida.

Amamos a Deus quando reservamos um tempo para rezar, escutamos sua Palavra, confiamos em sua bondade e procuramos fazer sua vontade.

Também demonstramos esse amor quando participamos da Santa Missa, respeitamos as coisas sagradas e agradecemos por tudo o que recebemos.

O CaIC §2083 recorda que o primeiro mandamento nos chama a amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e com todas as nossas forças.

Por isso, amar a Deus não significa apenas lembrar Dele quando precisamos de alguma coisa.

Significa viver cada dia em sua amizade.

AMAR O PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS

Jesus também nos ensina que devemos amar o próximo.

E quem é o nosso próximo?

São as pessoas que encontramos em nossa vida: nossos familiares, amigos, colegas, vizinhos e até aqueles com quem temos dificuldades de conviver.

Amar o próximo significa reconhecer que cada pessoa foi criada à imagem de Deus e possui uma dignidade que deve ser respeitada.

Por isso, não podemos dizer que amamos Jesus enquanto desprezamos, humilhamos ou maltratamos nossos irmãos.

O Catecismo da Igreja ensina que o amor ao próximo é inseparável do amor a Deus (cf. CaIC §1878).

Quando ajudamos alguém que precisa, acolhemos uma pessoa sozinha, perdoamos uma ofensa ou partilhamos aquilo que temos, estamos colocando em prática o mandamento de Jesus.

O amor que recebemos de Deus precisa chegar também aos outros!

JESUS NOS MOSTRA COMO AMAR

Jesus não apenas falou sobre o amor.

Ele nos mostrou como amar por meio de sua própria vida.

Acolheu os pecadores, curou os doentes, aproximou-se dos pobres, perdoou aqueles que O ofenderam e entregou sua vida na cruz pela nossa salvação.

Na cruz, contemplamos a maior prova do amor de Deus por nós.

Jesus nos amou até o fim!

Por isso, quando olhamos para o crucifixo, recordamos que amar significa também doar-se, servir e procurar o bem do outro.

O CaIC §1825 recorda que Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores, revelando a grandeza de seu amor.

E é esse mesmo amor que somos chamados a viver.

NA EUCARISTIA, APRENDEMOS A AMAR COMO JESUS

Existe uma ligação muito bonita entre o Evangelho deste domingo e a Santa Missa.

Na Eucaristia, encontramos o próprio Jesus, que se oferece ao Pai e se entrega a nós como alimento.

Ele nos reúne ao redor da mesma mesa e nos ensina que somos irmãos.

Ao recebermos dignamente a Sagrada Comunhão, nossa união com Cristo se fortalece, e seu amor transforma nosso coração.

O Catecismo ensina que a Eucaristia fortalece a caridade e nos ajuda a romper com o pecado (cf. CaIC §1394).

Por isso, não podemos separar aquilo que celebramos na igreja da maneira como tratamos as pessoas.

O amor que recebemos de Jesus na Eucaristia deve continuar em nossa casa, na escola e em todos os lugares.

Quando a Missa termina, somos enviados para viver aquilo que celebramos.

O QUE PODEMOS APRENDER?

1. DEUS DEVE OCUPAR O PRIMEIRO LUGAR EM NOSSA VIDA.

Amar a Deus significa confiar Nele, escutar sua Palavra e procurar fazer sua vontade em todas as situações.

2. O AMOR AO PRÓXIMO REVELA NOSSA AMIZADE COM JESUS.

Não basta dizer que amamos a Deus. Precisamos demonstrar esse amor por meio da bondade, do respeito, do perdão e da caridade.

3. JESUS É O MAIOR EXEMPLO DE AMOR.

Ele entregou sua vida por nós e nos ensina que o verdadeiro amor se manifesta na doação e no serviço aos irmãos.

COMO PODEMOS APLICAR ESTE EVANGELHO?

Nesta semana, podemos viver o maior mandamento de Jesus por meio de pequenas atitudes:

- Em casa: ajudar nossa família com alegria e demonstrar carinho e respeito.

- Na escola: acolher os colegas, evitar brigas e não deixar ninguém de lado.

- Na catequese: escutar a Palavra de Deus e aprender a viver como discípulos de Jesus.

- Na comunidade: participar da Santa Missa e colaborar com aqueles que precisam.

- Na oração: agradecer a Deus pelo seu amor e pedir a graça de amar cada vez mais.

Lembre-se: amar a Deus e amar o próximo são dois mandamentos que caminham juntos!

Cada gesto de amor realizado com sinceridade pode tornar-se uma bela resposta ao amor que Deus tem por nós.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO PORQUE ME AMAS E ME ENSINAS O VERDADEIRO CAMINHO DO AMOR. QUERO AMAR A DEUS DE TODO O MEU CORAÇÃO, COM TODA A MINHA ALMA E COM TODO O MEU ENTENDIMENTO. AJUDA-ME A RECONHECER TUA PRESENÇA EM MEUS IRMÃOS E A TRATAR TODAS AS PESSOAS COM BONDADE E RESPEITO. QUE EU APRENDA A PERDOAR, PARTILHAR E SERVIR COM ALEGRIA. FAZ CRESCER EM MEU CORAÇÃO A CARIDADE, PARA QUE MINHA VIDA SEJA SEMPRE UMA RESPOSTA AO TEU AMOR. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho de Mateus 22,34-40 para colorir! Enquanto pinta, recorde as palavras de Jesus: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração [...] Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (cf. Mt 22,37-39)

Depois, pense em uma maneira de demonstrar seu amor a Deus e ao próximo nesta semana.


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Evangelho do 29º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

Mateus 22,15-21 para crianças
DAI A DEUS O QUE É DE DEUS: NOSSO CORAÇÃO PERTENCE AO SENHOR!
Evangelho de Mateus 22,15-21 | 29º Domingo do Tempo Comum

Você já observou uma moeda? Nela encontramos números, símbolos e imagens que nos ajudam a reconhecer de onde ela vem.

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus utiliza uma moeda para ensinar uma verdade muito importante sobre nossa vida: devemos cumprir nossos deveres no mundo, mas nunca esquecer que pertencemos a Deus!

Com uma resposta cheia de sabedoria, Jesus nos mostra que nossa fé deve aparecer não apenas nas orações, mas também nas atitudes que temos em casa, na escola e na sociedade.

Vamos descobrir o que significa dar a Deus aquilo que é de Deus?

“DE QUEM É A FIGURA DESTA MOEDA?”

Alguns fariseus queriam colocar Jesus em dificuldade. Por isso, enviaram seus discípulos, acompanhados de partidários de Herodes, para fazer uma pergunta: “É lícito ou não pagar imposto a César?” (Mt 22,17)

Naquela época, César era o imperador romano, e o povo precisava pagar impostos ao governo.

A pergunta era uma armadilha. Se Jesus respondesse de determinada maneira, seus adversários poderiam acusá-Lo diante do povo ou das autoridades.

Mas Jesus conhecia suas intenções.

Então pediu que lhe mostrassem a moeda utilizada para pagar o imposto e perguntou: “De quem é a figura e a inscrição desta moeda?” (Mt 22,20)

Eles responderam: “De César.”

Jesus então declarou: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mt 22,21)

Com essas palavras, Jesus ensinou que devemos cumprir nossos deveres na sociedade, mas que nossa fidelidade maior pertence a Deus.

FOMOS CRIADOS À IMAGEM DE DEUS

Existe um detalhe muito bonito nesse Evangelho.

A moeda trazia a imagem de César.

Mas você sabe qual imagem está marcada em nós? A imagem de Deus!

Desde a criação, cada ser humano foi feito à imagem e semelhança do Senhor (cf. Gn 1,26-27).

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a dignidade da pessoa humana está fundamentada em sua criação à imagem e semelhança de Deus (cf. CaIC §1700).

Isso significa que nossa vida tem um valor imenso.

Não somos objetos que podem ser comprados ou vendidos.

Somos pessoas amadas por Deus, chamadas a conhecê-Lo, amá-Lo e viver em comunhão com Ele.

Se a moeda trazia a imagem de César, nós trazemos a imagem de Deus.

Por isso, quando Jesus diz que devemos dar a Deus o que é de Deus, somos convidados a oferecer ao Senhor nossa vida inteira.

O QUE PODEMOS OFERECER A DEUS?

Talvez você esteja pensando: “Mas o que posso dar a Deus, se Ele já possui todas as coisas?”

Deus não precisa de nossos brinquedos, de nosso dinheiro ou de nossas riquezas.

Ele deseja nosso amor e nossa resposta livre ao seu chamado.

Oferecemos nossa vida a Deus quando escolhemos fazer sua vontade.

Quando ajudamos alguém, quando perdoamos, quando falamos a verdade e quando rezamos com sinceridade, estamos demonstrando que pertencemos ao Senhor.

Jesus nos ensina que o maior mandamento é amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento (cf. Mt 22,37).

Por isso, dar a Deus o que é de Deus significa reconhecer que Ele deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida.

E O QUE SIGNIFICA DAR A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR?

Jesus também nos ensina que temos responsabilidades na sociedade.

Precisamos respeitar as leis justas, cuidar dos espaços públicos, colaborar com o bem comum e tratar todas as pessoas com dignidade.

O CaIC §2239 recorda que os cidadãos devem contribuir para o bem da sociedade com espírito de verdade, justiça, solidariedade e liberdade.

Para uma criança, isso pode começar com atitudes muito simples:

- Cuidar da escola e dos materiais que todos utilizam.

- Respeitar as pessoas e as regras justas de convivência.

- Não jogar lixo nas ruas.

- Falar a verdade e agir com honestidade.

- Ajudar a construir a paz na família e na comunidade.

Entretanto, nossa obediência às autoridades não pode estar acima da obediência a Deus. Quando uma ordem humana é contrária à lei moral, devemos permanecer fiéis ao Senhor (cf. CaIC §2242).

Ser um bom cristão também significa colaborar para construir uma sociedade mais justa e fraterna.

NO BATISMO, PERTENCEMOS A CRISTO

Há uma ligação muito bonita entre esse Evangelho e o sacramento do Batismo.

Desde a criação, trazemos a imagem de Deus. Pelo Batismo, recebemos a graça de uma vida nova em Cristo.

Somos libertados do pecado, tornamo-nos filhos adotivos de Deus e membros da Igreja.

O Catecismo da Igreja ensina que o Batismo imprime na alma um sinal espiritual indelével, que manifesta nossa pertença a Cristo (cf. CaIC §1272).

Esse sinal não pode ser apagado!

Por isso, cada vez que fazemos o sinal da cruz, podemos recordar nossa identidade batismal.

Somos de Cristo!

Nossa vida pertence ao Senhor, e somos chamados a testemunhar seu amor em todos os lugares.

NA SANTA MISSA, OFERECEMOS NOSSA VIDA A DEUS

Quando participamos da Santa Missa, vivemos de maneira especial aquilo que Jesus ensina neste Evangelho.

Durante a apresentação das oferendas, o sacerdote coloca sobre o altar o pão e o vinho, que serão consagrados e se tornarão o Corpo e o Sangue de Cristo.

Mas existe algo muito importante: também somos convidados a oferecer nossa própria vida a Deus, unidos ao sacrifício de Jesus.

Nossas alegrias, dificuldades, trabalhos, estudos e boas ações podem ser apresentados ao Senhor.

O CaIC §1368 ensina que a Igreja se une à oferenda de Cristo, e a vida dos fiéis, suas orações, seus trabalhos e sofrimentos são unidos à sua entrega.

Assim, a Eucaristia nos ajuda a compreender que toda a nossa vida pode tornar-se uma oferta de amor.

Na Missa, aprendemos a dizer com o coração: “Senhor, tudo o que sou e tudo o que tenho pertence a Ti!”

COMO VIVER ESTE EVANGELHO?

Nesta semana, podemos demonstrar que pertencemos a Deus:

- Amando e respeitando as pessoas, porque todas foram criadas à imagem de Deus.

- Reservando um momento do dia para conversar com Jesus.

- Escolhendo a verdade e a honestidade em nossas atitudes.

- Cuidando da criação e dos lugares onde vivemos.

- Ajudando alguém sem esperar recompensa.

- Participando da Santa Missa e oferecendo nossa vida ao Senhor.

- Fazendo o sinal da cruz com fé, recordando nosso Batismo.

Cada pequena atitude de amor revela ao mundo que somos discípulos de Jesus.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO PORQUE ME CRIASTE À TUA IMAGEM E ME CHAMASTE PARA VIVER COMO FILHO DE DEUS. AJUDA-ME A RECONHECER QUE MINHA VIDA PERTENCE A TI. QUE MINHAS PALAVRAS, ESCOLHAS E ATITUDES SEJAM SINAIS DO TEU AMOR. ENSINA-ME A CUMPRIR MEUS DEVERES COM RESPONSABILIDADE, A RESPEITAR TODAS AS PESSOAS E A TRABALHAR PELO BEM COMUM. QUERO OFERECER-TE MEU CORAÇÃO E VIVER CADA DIA COMO VERDADEIRO DISCÍPULO. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho de Mateus 22,15-21 para colorir! Enquanto pinta a cena de Jesus mostrando a moeda, recorde suas palavras: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mt 22,21)

E não se esqueça: a moeda trazia a imagem de César, mas você foi criado à imagem de Deus!



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Evangelho do 28º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

Evangelho de Mateus 22,1-14
TODOS SÃO CONVIDADOS PARA A FESTA DE DEUS!
Evangelho de Mateus 22,1-14 | 28º Domingo do Tempo Comum

Você já recebeu um convite para uma festa muito especial?

Quando alguém nos convida para uma festa, significa que deseja a nossa presença. Preparamos a roupa, organizamos nosso tempo e esperamos com alegria o momento de chegar.

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus conta a história de um rei que preparou uma grande festa de casamento para seu filho. Tudo estava pronto, mas muitos convidados não quiseram participar.

Por meio dessa parábola, Jesus revela algo maravilhoso: Deus também preparou uma festa e cada um de nós recebeu um convite!

Vamos descobrir que festa é essa?

UM REI PREPAROU UMA GRANDE FESTA

Jesus disse: “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho.” (cf. Mt 22,2)

Quando chegou a hora, o rei enviou seus empregados para chamar os convidados.

Mas eles não quiseram ir.

O rei enviou novamente seus empregados dizendo que tudo estava preparado: “Vinde para a festa!” (cf. Mt 22,4)

Mesmo assim, alguns não deram importância ao convite e foram cuidar de outras coisas.

Então o rei mandou seus empregados pelas estradas para convidarem todos aqueles que encontrassem.

E a sala da festa ficou cheia!

Jesus nos mostra assim que o convite de Deus é oferecido generosamente.

DEUS ESTÁ NOS CONVIDANDO

O rei da parábola nos faz pensar em Deus Pai.

O filho para quem é preparado o banquete nos faz olhar para Jesus Cristo.

E a grande festa aponta para a alegria do Reino dos Céus.

Desde o início da história da salvação, Deus chama seu povo para viver em comunhão com Ele. Na plenitude dos tempos, enviou seu próprio Filho para abrir para nós o caminho da salvação.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que Deus nos criou para participarmos de sua vida bem-aventurada e nunca deixa de chamar cada pessoa para procurá-Lo e encontrá-Lo (cf. CaIC §1).

Por isso, podemos imaginar que existe um convite com nosso nome: “Venha viver comigo!”

Deus deseja nossa amizade.

O CONVITE PRECISA DE UMA RESPOSTA

Alguns convidados da parábola receberam o chamado, mas estavam ocupados demais para responder.

Isso também pode acontecer conosco.

Jesus nos chama quando escutamos sua Palavra.

Mas podemos pensar:

  1. “Depois eu rezo.”
  2. “Hoje não quero ir à Missa.”
  3. “Depois eu perdoo.”
  4. “Depois faço o bem.”

E o nosso coração vai ficando ocupado com tantas coisas que esquecemos Aquele que nos convidou.

Deus não nos obriga a amá-Lo.

Ele nos chama e espera uma resposta livre.

A fé é justamente uma resposta do ser humano a Deus que se revela e se entrega a nós (cf. CaIC §26).

Cada dia é uma nova oportunidade para responder: “Sim, Senhor! Eu quero estar contigo.”

A SANTA MISSA: DEUS JÁ NOS REÚNE À SUA MESA

A imagem do banquete nos ajuda a entrar ainda mais profundamente no mistério que celebramos na Santa Missa.

Na Eucaristia, Deus reúne seus filhos ao redor de sua mesa.

Primeiro, somos alimentados pela Palavra de Deus.

Depois, no altar, Cristo se oferece ao Pai e nos dá seu Corpo e Sangue como alimento.

O Catecismo chama a Eucaristia de antecipação da glória celeste (cf. CaIC §1402).

Isso significa que cada Santa Missa nos faz experimentar, ainda aqui na terra, um pouco daquela comunhão plena que esperamos viver para sempre no Céu.

Por isso, participar da Missa é muito mais do que simplesmente “ir à igreja”.

É responder ao convite de Jesus para encontrar-se com Ele!

E A ROUPA DA FESTA?

No final da parábola aparece algo que pode parecer estranho.

O rei encontra um homem que entrou na festa sem a roupa adequada.

O que Jesus quer nos ensinar?

Não se trata simplesmente de uma roupa bonita.

A veste nos ajuda a compreender que não basta aceitar o convite apenas por fora. Precisamos permitir que a graça de Deus transforme nossa vida.

No Batismo recebemos uma veste branca, sinal de que fomos revestidos de Cristo e começamos uma vida nova.

O CaIC §1243 recorda que a veste branca simboliza que a pessoa batizada se revestiu de Cristo e ressuscitou com Ele.

Por isso, o convite de Deus pede também uma mudança do coração.

Não basta dizer: “Sou cristão.”

Somos chamados a viver como cristãos.

COMO CUIDAR DA VESTE DO MEU CORAÇÃO?

Nossa veste batismal permanece bonita quando vivemos unidos a Jesus.

Mas o pecado machuca essa amizade.

Por isso, quando erramos, Deus não deseja que fujamos Dele.

Ele nos chama à conversão.

Na Confissão, reconhecemos nossos pecados, pedimos perdão e recebemos a graça de recomeçar.

Assim, Jesus vai preparando nosso coração para o grande encontro com Deus.

A vida cristã inteira é como uma caminhada em direção à festa.

HÁ LUGAR PARA TODOS!

Existe ainda uma notícia maravilhosa nessa parábola.

Quando alguns convidados recusaram o chamado, o rei mandou seus empregados: “Ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes.” (cf. Mt 22,9)

Todos!

O amor de Deus não fica fechado para um pequeno grupo.

A Igreja recebeu de Jesus a missão de anunciar o Evangelho a todos os povos.

Nós também podemos ajudar esse convite a chegar às pessoas.

Quando falamos de Jesus com carinho, acolhemos alguém, ajudamos quem precisa ou mostramos nossa fé por meio das boas atitudes, tornamo-nos pequenos missionários do Reino.

COMO RESPONDER AO CONVITE DE JESUS?

  • Nesta semana, podemos dizer nosso “sim”:
  • reservando um momento para rezar;
  • escutando a Palavra de Deus;
  • acolhendo alguém que está sozinho;
  • pedindo perdão quando errarmos;
  • praticando uma obra de caridade;
  • participando da Santa Missa com atenção e alegria;
  • convidando outras pessoas, com nosso exemplo, a conhecerem Jesus.

Cada escolha feita por amor é uma maneira de dizer: “Senhor, eu aceito o teu convite!”

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO PORQUE TAMBÉM ME CONVIDASTE PARA A FESTA DO TEU REINO. NÃO PERMITAS QUE TANTAS OUTRAS COISAS OCUPEM O LUGAR QUE PERTENCE A TI EM MEU CORAÇÃO. AJUDA-ME A CONSERVAR A GRAÇA QUE RECEBI NO BATISMO E, QUANDO EU ERRAR, DÁ-ME HUMILDADE PARA PEDIR PERDÃO E RECOMEÇAR. QUE EU PARTICIPE DA SANTA MISSA COM FÉ E ALEGRIA E APRENDA A LEVAR TEU CONVITE A OUTRAS PESSOAS. PREPARA MEU CORAÇÃO PARA QUE UM DIA EU POSSA PARTICIPAR CONTIGO DO BANQUETE ETERNO NO CÉU. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho da Parábola da Festa de Casamento para colorir. Enquanto pinta, imagine que Jesus também dirige seu convite a você: “Vinde para a festa!”

Como você pode responder a esse convite nesta semana?


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Evangelho do 27º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

parábola dos agricultores da vinha
A VINHA DE DEUS: CHAMADOS A PRODUZIR BONS FRUTOS
Evangelho de Mateus 21,33-43 | 27º Domingo do Tempo Comum

Imagine alguém que prepara uma linda plantação: escolhe o terreno, planta as melhores mudas, constrói uma cerca para protegê-las e cuida de tudo para que, no tempo certo, apareçam muitos frutos.

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus conta justamente a história de um proprietário que preparou uma vinha com muito cuidado.

Mas aconteceu algo triste: aqueles que deveriam cuidar dela esqueceram que a vinha não lhes pertencia.

Por meio dessa parábola, Jesus nos convida a reconhecer os presentes que Deus colocou em nossas mãos e pergunta: quais frutos estamos oferecendo a Ele?

A PARÁBOLA DOS AGRICULTORES

Jesus contou que um homem plantou uma vinha, colocou uma cerca ao redor, preparou um lugar para produzir o vinho e construiu uma torre.

Depois, confiou a vinha a alguns agricultores e partiu para longe.

Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário enviou seus empregados para receber os frutos que lhe pertenciam.

Mas os agricultores os maltrataram.

O proprietário enviou outros empregados, e eles fizeram a mesma coisa.

Por fim, pensou: “Ao meu filho respeitarão.” (Mt 21,37)

Mas, quando os agricultores viram o filho, decidiram matá-lo para ficar com a herança.

Jesus então mostrou que a vinha seria confiada a outros agricultores, capazes de entregar os frutos no tempo certo.

DEUS CONFIOU UMA VINHA A NÓS

Na Bíblia, a vinha é uma imagem usada para falar do povo de Deus.

Tudo começa com uma iniciativa do Senhor.

  • Foi Ele quem plantou.
  • Foi Ele quem preparou.
  • Foi Ele quem cuidou.

Isso nos ensina algo muito importante: nossa vida é um dom recebido de Deus.

Nossa família, nossos talentos, nossa inteligência, nosso tempo e até nossa capacidade de amar são presentes que recebemos.

Pelo Batismo, fomos incorporados a Cristo e passamos a fazer parte do povo de Deus, a Igreja (cf. CaIC §1267).

Deus confia algo precioso às nossas mãos. E todo presente recebido de Deus também traz uma missão.

QUAIS FRUTOS DEUS ESPERA DE NÓS?

Imagine uma videira bonita, cheia de folhas, mas que nunca produz nenhuma uva. Algo estaria faltando.

Assim também acontece com nossa vida cristã. Não basta apenas dizer: “Eu sou cristão.”

A fé deve produzir frutos. Quais?

  • caridade;
  • perdão;
  • generosidade;
  • oração;
  • bondade;
  • justiça;
  • cuidado com o próximo;
  • fidelidade a Jesus.

As boas obras não servem para “comprar” o amor de Deus. Deus nos ama primeiro. É porque recebemos sua graça que podemos responder produzindo frutos de uma vida nova.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a graça de Cristo é um dom gratuito que Deus nos oferece para participarmos de sua própria vida (cf. CaIC §1999).

O FILHO ENVIADO PELO PAI

Existe uma parte muito importante na parábola.

Depois de enviar seus empregados, o proprietário envia seu próprio filho. Aqui Jesus começa a revelar aquilo que aconteceria com Ele.

Deus enviou profetas ao seu povo e, na plenitude dos tempos, enviou seu próprio Filho. Jesus foi rejeitado e morto. Mas a morte não teve a última palavra.

Por isso, Jesus recorda as Escrituras: “A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular.” (Mt 21,42)

A pedra rejeitada é o próprio Cristo. Ele foi crucificado, mas ressuscitou e tornou-se o fundamento da nossa salvação.

JESUS É A PEDRA ANGULAR

Você já viu uma construção?

Para permanecer firme, ela precisa de uma boa base.

Jesus é a pedra fundamental sobre a qual nossa vida deve ser construída.

Sem Ele, podemos até possuir muitas coisas, mas falta aquilo que dá verdadeiro sentido à nossa vida.

O CaIC §756 recorda que Cristo é a pedra angular da Igreja.

Por isso, ser cristão não significa apenas conhecer algumas histórias sobre Jesus. Significa construir nossa vida sobre Ele.

Quando escolhemos segundo o Evangelho, nossa vida fica apoiada nessa pedra firme.

NA EUCARISTIA, JESUS ALIMENTA OS FRUTOS DA VINHA

Existe ainda uma bela ligação entre a vinha e aquilo que celebramos na Santa Missa.

  1. Da vinha nasce a uva.
  2. Da uva vem o vinho.

E, na celebração da Eucaristia, apresentamos no altar o pão e o vinho, frutos da terra e do trabalho humano.

Pela ação de Cristo e do Espírito Santo, eles se tornam sacramentalmente o Corpo e o Sangue de Jesus.

O Catecismo ensina que, no Santíssimo Sacramento da Eucaristia, estão contidos verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue, juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. CaIC §1374).

Que mistério maravilhoso!

Aquele Filho enviado pelo Pai e rejeitado pelos homens é o mesmo Cristo ressuscitado que se oferece a nós como alimento.

Na Eucaristia, Ele nos fortalece para que nossa vida produza bons frutos.

SOMOS CUIDADORES, NÃO DONOS

Os agricultores da parábola cometeram um grande erro: começaram a agir como se fossem donos da vinha.

Nós também precisamos recordar: Tudo pertence a Deus.

  1. A criação é de Deus.
  2. Nossa vida é de Deus.
  3. Nossos talentos são dons de Deus.

Por isso, somos chamados a cuidar daquilo que recebemos.

Quando dividimos nossos talentos, cuidamos da criação, ajudamos nossa família e colocamos nossos dons a serviço dos outros, estamos dizendo: “Senhor, obrigado pelo que me deste. Quero usar tudo para o bem.”

COMO PRODUZIR BONS FRUTOS?

Nesta semana, podemos cuidar da vinha que Deus nos confiou:

  • fazendo uma boa ação sem esperar recompensa;
  • reservando um momento para conversar com Jesus;
  • ajudando alguém que precisa;
  • perdoando em vez de guardar raiva;
  • escutando e praticando a Palavra de Deus;
  • cuidando da criação;
  • participando da Santa Missa com atenção e fé.

Cada pequeno gesto realizado com amor pode tornar-se um belo fruto oferecido ao Senhor.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO POR TODOS OS DONS QUE COLOCASTE EM MINHAS MÃOS. AJUDA-ME A CUIDAR DA VINHA QUE ME CONFIASTE E A PRODUZIR FRUTOS DE AMOR, BONDADE, JUSTIÇA E MISERICÓRDIA. QUANDO EU QUISER VIVER SOMENTE PARA MIM, RECORDA-ME QUE TUDO RECEBI DO TEU AMOR. TU ÉS A PEDRA ANGULAR DA MINHA VIDA. PERMANECE COMIGO E ALIMENTA-ME COM TUA GRAÇA, PARA QUE MINHAS PALAVRAS E ATITUDES DEEM BONS FRUTOS PARA O TEU REINO. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho da Parábola dos Agricultores da Vinha para colorir. Enquanto pinta, pense em um bom fruto que você pode oferecer a Deus nesta semana: uma oração, um perdão, uma ajuda ou um gesto de caridade.



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Evangelho do 26º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

parábola dos dois filhos desenho
O NOSSO “SIM” A DEUS PRECISA VIRAR ATITUDE
Evangelho de Mateus 21,28-32 | 26º Domingo do Tempo Comum

Você já respondeu “sim” quando seus pais pediram alguma coisa, mas depois acabou não fazendo?

Ou talvez tenha dito “não quero!”, mas depois pensou melhor, voltou e fez aquilo que era certo?

No Evangelho deste domingo, Jesus conta a história de dois filhos. Um deles disse “não”, mas depois mudou de atitude. O outro disse “sim”, porém não fez o que havia prometido.

Com essa pequena parábola, Jesus nos faz uma pergunta muito importante: o meu “sim” a Deus aparece também nas minhas atitudes?

DOIS FILHOS E DUAS RESPOSTAS

Jesus contou que um pai tinha dois filhos. Ele aproximou-se do primeiro e pediu: “Filho, vai trabalhar hoje na vinha!” (Mt 21,28)

O filho respondeu: “Não quero.” Mas depois ele se arrependeu, mudou de atitude e foi trabalhar.

O pai fez o mesmo pedido ao outro filho. Ele respondeu: “Sim, senhor, eu vou.” Mas não foi.

Então Jesus perguntou: “Qual dos dois fez a vontade do pai?” (Mt 21,31)

A resposta era clara: o primeiro. Ele começou dizendo “não”, mas reconheceu seu erro e transformou sua resposta em atitude.

DEUS DESEJA O NOSSO CORAÇÃO E A NOSSA VIDA

Na parábola, o pai nos faz pensar em Deus, que chama seus filhos para trabalhar em sua vinha. A vinha representa o seu Reino. Deus também nos chama.

No Batismo, começamos uma vida nova em Cristo e passamos a fazer parte de sua Igreja. Ali começou uma história de amizade com Deus que deve crescer durante toda a nossa vida.

Mas ser cristão não significa apenas dizer: “Eu acredito em Jesus.” Nossa fé precisa aparecer na maneira como vivemos.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a fé viva “age pela caridade” (cf. CaIC §1814). Por isso, nosso “sim” a Jesus precisa aparecer nas escolhas que fazemos.

NÃO BASTA DIZER “SENHOR, EU VOU!”

O segundo filho falou algo bonito: “Sim, senhor, eu vou!”

O problema é que suas palavras ficaram apenas nas palavras. Isso também pode acontecer conosco.

  1. Podemos dizer que amamos Jesus e depois não querer perdoar.
  2. Podemos rezar e depois tratar alguém mal.
  3. Podemos participar da catequese e não ajudar em casa.
  4. Podemos ouvir o Evangelho na Missa e esquecer tudo assim que saímos da igreja.

Jesus não quer apenas palavras bonitas. Ele deseja discípulos que coloquem sua Palavra em prática.

Quando obedecemos, partilhamos, perdoamos, ajudamos e fazemos o bem, nosso “sim” começa a ganhar mãos, pés e atitudes.

E SE EU JÁ DISSE “NÃO” PARA DEUS?

Aqui encontramos uma das partes mais bonitas deste Evangelho. O primeiro filho começou mal. Ele disse: “Não quero!”

Mas sua história não terminou ali. Ele pensou melhor, arrependeu-se e voltou para fazer a vontade do pai. Isso se chama conversão.

Converter-se significa permitir que Deus mude a direção do nosso coração. Talvez alguma vez tenhamos desobedecido, mentido, sido egoístas ou machucado alguém.

Jesus não diz: “Você errou, então não há mais jeito.”

Ele nos chama: “Volte para mim. Recomece!”

O CaIC nos ensina que o coração humano pode retornar para Deus porque a própria graça nos move à conversão (cf. CaIC §§1427-1428).

Com Jesus, sempre podemos começar novamente.

NA CONFISSÃO, NOSSO “NÃO” PODE TORNAR-SE “SIM”

Quando pecamos depois do Batismo, Jesus nos oferece um encontro especial com sua misericórdia: o Sacramento da Reconciliação.

Na Confissão, reconhecemos: “Jesus, eu errei.”

Mas não ficamos presos ao erro. Arrependidos, recebemos o perdão de Deus e sua graça nos fortalece para voltar ao caminho.

É como o primeiro filho da parábola: ele percebeu que sua resposta estava errada e decidiu fazer a vontade do pai.

O CaIC §1468 ensina que o sacramento da Penitência nos restitui à graça de Deus e nos une novamente a Ele numa amizade profunda.

A misericórdia de Deus não apaga apenas o passado: ela nos ajuda a viver de maneira nova.

NA SANTA MISSA APRENDEMOS A DIZER “SIM”

Em cada Santa Missa, Deus também fala conosco.

Escutamos sua Palavra e respondemos: “Graças a Deus!”

No Credo, professamos: “Creio!”

Ao final das orações, respondemos: “Amém!” Mas esse “Amém” não pode terminar quando saímos da igreja. “Amém” significa acolher com fé aquilo que Deus nos oferece.

Por isso, depois da Missa, somos enviados para viver aquilo que celebramos.

  • Na escola.
  • Em casa.
  • Com os amigos.
  • Na catequese.

A liturgia continua dando frutos quando nosso “Amém” se transforma em amor vivido.

COMO TRANSFORMAR MEU “SIM” EM ATITUDES?

Nesta semana, você pode responder ao chamado de Deus:

  • ajudando em casa antes mesmo de pedirem;
  • reservando um momento para rezar;
  • pedindo desculpas quando errar;
  • perdoando alguém que o magoou;
  • colocando em prática aquilo que escutou no Evangelho;
  • acolhendo quem está sozinho;
  • participando da Santa Missa com atenção.

Pequenas atitudes podem revelar um grande “sim” a Deus.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, QUERO DIZER “SIM” AO TEU CHAMADO NÃO SOMENTE COM MINHAS PALAVRAS, MAS TAMBÉM COM MINHA VIDA. QUANDO EU ERRAR, DÁ-ME HUMILDADE PARA RECONHECER MINHA FALTA E CORAGEM PARA RECOMEÇAR. QUE A TUA PALAVRA TRANSFORME MINHAS ESCOLHAS E ME ENSINE A FAZER A VONTADE DO PAI. AJUDA-ME A AMAR, SERVIR, PERDOAR E FAZER O BEM, PARA QUE CADA ATITUDE MINHA SEJA UM VERDADEIRO “SIM” AO TEU AMOR. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho da Parábola dos Dois Filhos para colorir. Enquanto pinta, pense em uma atitude concreta que você pode realizar nesta semana para mostrar o seu “sim” a Jesus.



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Evangelho do 25º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

parábola dos trabalhadores da vinha desenho para crianças
DEUS É BOM PARA TODOS: OS TRABALHADORES DA VINHA
Evangelho de Mateus 20,1-16a | 25º Domingo do Tempo Comum

Você já ficou chateado porque alguém recebeu alguma coisa boa e pensou: “Mas eu merecia mais!”?

Às vezes começamos a comparar o que recebemos com aquilo que os outros recebem. Foi exatamente isso que aconteceu na parábola que Jesus conta neste domingo.

Um proprietário chamou trabalhadores para sua vinha em diferentes horas do dia. No final, todos receberam a mesma recompensa.

Parece estranho? Jesus quer nos revelar algo maravilhoso: Deus não mede seu amor como nós medimos as coisas. Sua bondade é muito maior!

OS TRABALHADORES DA VINHA

Jesus disse que o Reino dos Céus é como um proprietário que saiu bem cedo para contratar trabalhadores para sua vinha.

Alguns começaram a trabalhar logo pela manhã.

Mais tarde, ele encontrou outros e também os chamou.

Saiu novamente ao meio-dia, depois à tarde e, quando o dia já estava quase terminando, encontrou mais pessoas esperando trabalho.

O proprietário perguntou: “Por que estais aí o dia inteiro desocupados?” (Mt 20,6)

Eles responderam: “Porque ninguém nos contratou.”

Então ele disse: “Ide também vós para a minha vinha!” (Mt 20,7)

Ao terminar o dia, chegou a hora do pagamento.

E aconteceu algo inesperado.

Os que chegaram por último receberam uma moeda de prata. Os que haviam trabalhado desde cedo pensaram que receberiam mais.

Mas também receberam uma moeda.

Eles começaram a reclamar.

Então o proprietário respondeu: “Amigo, eu não fui injusto contigo.” (Mt 20,13)

E perguntou: “Estás com inveja porque estou sendo bom?” (cf. Mt 20,15)

DEUS TAMBÉM NOS CHAMA PARA SUA VINHA

A vinha da parábola representa o Reino de Deus.

E o proprietário nos faz lembrar do próprio Deus, que sai continuamente ao encontro das pessoas e as chama. “Ide também vós para a minha vinha!”

Esse convite também é para nós. Pelo Batismo, fomos chamados para fazer parte da família de Deus e recebemos uma vida nova em Cristo.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que o Batismo nos torna membros de Cristo e nos incorpora à Igreja (cf. CaIC §1267).

Por isso, cada cristão tem uma missão na vinha do Senhor.

Na família, na escola, na catequese e na comunidade, podemos trabalhar nessa vinha quando amamos, servimos, perdoamos e anunciamos Jesus com nossa vida.

POR QUE TODOS RECEBERAM A MESMA MOEDA?

Será que o proprietário foi injusto? Não.

Ele entregou aos primeiros trabalhadores exatamente aquilo que havia combinado com eles.

Mas decidiu ser generoso com aqueles que chegaram depois.

Aqui está o segredo da parábola: Jesus não está nos ensinando como calcular um salário. Está nos revelando como é o coração de Deus.

A vida eterna não é um prêmio que compramos com nossas boas ações.

Ela é dom da graça de Deus.

O CaIC ensina que nossa justificação vem da graça de Deus, isto é, do auxílio gratuito que Ele nos oferece para responder ao seu chamado (cf. CaIC §1996).

Nós fazemos o bem porque fomos alcançados pelo amor de Deus e desejamos responder a esse amor.

Tudo começa com a graça.

NUNCA É TARDE PARA RESPONDER A DEUS

Alguns trabalhadores chegaram cedo.

Outros chegaram quando o dia estava quase terminando.

Isso também nos ensina algo muito bonito sobre a misericórdia.

Deus nunca deixa de chamar.

Há pessoas que aprendem a amar Jesus desde pequenas. Outras encontram Cristo quando são jovens, adultas ou idosas.

Deus se alegra com cada pessoa que responde ao seu chamado.

Por isso, quando alguém se aproxima de Jesus, não devemos pensar: “Eu cheguei primeiro!”

Devemos nos alegrar: “Que bom! Mais um irmão encontrou Jesus!”

No Reino de Deus, não existe lugar para disputar quem é mais amado.

Todos somos amados por Deus.

“ESTÁS COM INVEJA PORQUE ESTOU SENDO BOM?”

Talvez esta seja a pergunta mais importante do Evangelho de hoje. Os primeiros trabalhadores não ficaram tristes porque receberam pouco. Eles ficaram incomodados porque os outros também receberam muito. Isso é inveja.

A inveja faz nosso coração ficar triste diante do bem recebido pelo outro. O Catecismo nos ensina que ela é contrária à caridade (cf. CaIC §§2539-2540).

Jesus quer libertar nosso coração das comparações.

Quando seu amigo recebe algo bom, alegre-se com ele.

Quando alguém consegue realizar alguma coisa bonita, agradeça a Deus.

Quando uma pessoa que estava longe volta para Jesus, comemore!

A bondade de Deus para com outra pessoa não diminui o amor que Ele tem por você.

TODOS REUNIDOS À MESA DO SENHOR

Na Santa Missa podemos experimentar algo parecido com a parábola.

Somos diferentes. Há crianças, jovens, adultos e idosos. Alguns participam da comunidade há muitos anos; outros estão começando agora. Mas Deus reúne todos ao redor do mesmo altar.

Escutamos a mesma Palavra, professamos a mesma fé e somos convidados a participar da mesma vida em Cristo. Na Eucaristia, Jesus não nos ensina a competir para descobrir quem é mais importante. Ele nos reúne como irmãos.

Por isso, participar da Missa também nos educa para a gratidão: aprendemos a agradecer pelos dons que recebemos e também pelos dons que Deus concede aos outros.

COMO TRABALHAR NA VINHA DE JESUS?

Nesta semana, você pode responder ao chamado de Jesus:

  • ajudando sua família sem reclamar;
  • alegrando-se quando algo bom acontece com outra pessoa;
  • agradecendo a Deus pelos dons que recebeu;
  • acolhendo alguém que está sozinho;
  • escutando a Palavra de Deus;
  • participando da Santa Missa;
  • evitando comparar-se com os outros.

São pequenos trabalhos na grande vinha do Senhor.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO PORQUE TAMBÉM ME CHAMASTE PARA TRABALHAR NA TUA VINHA. ENSINA-ME A SERVIR COM ALEGRIA, SEM COMPARAR MINHA VIDA COM A DOS OUTROS. QUANDO A INVEJA APARECER EM MEU CORAÇÃO, AJUDA-ME A RECONHECER QUE TUA BONDADE É UM PRESENTE PARA TODOS. QUE EU SAIBA AGRADECER PELOS DONS QUE RECEBI E ME ALEGRAR COM AS GRAÇAS CONCEDIDAS AOS MEUS IRMÃOS. QUERO RESPONDER TODOS OS DIAS AO TEU CHAMADO E TRABALHAR COM AMOR PELO TEU REINO. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho da Parábola dos Trabalhadores da Vinha para colorir. Enquanto pinta, recorde o convite que continua sendo feito por Jesus: “Ide também vós para a minha vinha!” (Mt 20,7)



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Evangelho do 24º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

Mateus 18,21-35 para crianças, 24º Domingo do Tempo Comum

PERDOAR DE CORAÇÃO: JESUS NOS ENSINA A MISERICÓRDIA
Evangelho de Mateus 18,21-35 | 24º Domingo do Tempo Comum

Quando alguém nos machuca e depois pede desculpas, nem sempre é fácil perdoar. Às vezes pensamos: “Já perdoei uma vez! Tenho que perdoar de novo?”

Pedro também teve essa dúvida e perguntou a Jesus: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” (Mt 18,21)

A resposta de Jesus mostra que a misericórdia de Deus não pode ser contada nos dedos. Quem experimenta o perdão de Deus é chamado a aprender a perdoar de coração.

Vamos descobrir o que isso significa?

“Não te digo até sete vezes...”

Pedro imaginava que perdoar sete vezes já seria muito.

Mas Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mt 18,22)

Jesus não está pedindo que façamos uma conta até chegar a 490!

“Setenta vezes sete” significa que o discípulo de Jesus deve estar sempre disposto a perdoar.

Para explicar isso, Jesus conta uma parábola.

Um empregado devia ao rei uma quantidade enorme de dinheiro e não tinha como pagar. Ele se ajoelhou e pediu paciência.

O rei teve compaixão e perdoou toda a dívida.

Que alegria aquele homem deveria ter sentido!

Mas, ao sair dali, encontrou outro empregado que lhe devia uma quantia muito menor. Em vez de repetir a misericórdia que acabara de receber, agarrou o companheiro e exigiu que pagasse tudo.

O rei ficou sabendo e perguntou: “Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?” (Mt 18,33)

Primeiro somos perdoados

Existe um detalhe muito importante nessa parábola. O empregado recebe o perdão antes de ser chamado a perdoar. Assim também acontece conosco.

Deus nos ama primeiro. Deus nos procura primeiro. Deus nos oferece sua misericórdia.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que não há limite nem medida para o perdão, quando se trata das ofensas que recebemos (cf. CaIC §2845).

Isso não significa dizer que aquilo que aconteceu não foi errado. Perdoar também não significa permitir que alguém continue nos fazendo mal.

Perdoar significa não alimentar no coração o desejo de vingança e entregar a Deus a dor que recebemos, procurando, quando possível e prudente, a reconciliação.

E, quando uma situação for grave ou alguém estiver machucando você, é importante contar a seus pais, responsáveis, catequistas ou a outro adulto de confiança.

“Perdoai-nos... assim como nós perdoamos”

Você se lembra do Pai-Nosso?

Jesus nos ensinou a rezar: “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.”

Cada vez que pronunciamos essas palavras, reconhecemos duas coisas: Eu preciso do perdão de Deus.

E também: Eu preciso aprender a perdoar.

O CaIC nos recorda que o amor de Deus não pode permanecer em um coração fechado ao irmão (cf. CaIC §2840).

Por isso, o perdão não é apenas uma atitude bonita. Ele faz parte da vida de quem deseja seguir Jesus.

Jesus nos encontra no Sacramento da Reconciliação

E o que acontece quando nós somos aqueles que erram?

Jesus não nos abandona! No Sacramento da Reconciliação, também chamado de Confissão, podemos reconhecer sinceramente nossos pecados, arrepender-nos e receber o perdão de Deus.

O sacerdote pronuncia a absolvição, mas é Cristo quem age por meio dele, reconciliando-nos com Deus e com a Igreja.

O Catecismo ensina que toda a força do sacramento da Penitência está em nos restituir à graça de Deus e unir-nos novamente a Ele numa amizade profunda (cf. CaIC §1468).

Que presente maravilhoso!

Deus não deseja que permaneçamos presos aos nossos pecados. Ele nos oferece a graça de recomeçar.

O perdão prepara nosso coração para a comunhão

Na Santa Missa também aprendemos a viver esse Evangelho.

Antes de nos aproximarmos da Eucaristia, rezamos juntos o Pai-Nosso e pedimos a Deus o dom da paz.

Não é por acaso.

Jesus nos reúne como irmãos ao redor da mesma mesa.

A Eucaristia fortalece a caridade e nos ajuda a vencer aquilo que provoca divisões entre nós (cf. CaIC §1394).

Não podemos querer permanecer unidos a Jesus e, ao mesmo tempo, alimentar voluntariamente ódio contra nossos irmãos.

Por isso, a comunhão com Cristo nos chama também à comunhão com os outros.

Como aprender a perdoar?

Perdoar pode ser difícil. Às vezes precisamos pedir várias vezes a ajuda de Jesus.

Nesta semana, podemos:

  • Evitar guardar rancor;
  • Rezar por alguém que nos magoou;
  • Pedir perdão quando reconhecermos nosso próprio erro;
  • Aceitar um pedido sincero de desculpas;
  • Conversar com respeito quando houver uma desavença;
  • Entregar a Jesus aquilo que ainda dói em nosso coração.

Pouco a pouco, a graça de Deus vai tornando nosso coração mais parecido com o Coração misericordioso de Jesus.

Oração

Senhor Jesus, obrigado porque tua misericórdia é maior que os meus pecados. Quando eu errar, dá-me humildade para pedir perdão. Quando alguém me machucar, cura meu coração e ajuda-me a não guardar ódio nem desejar vingança. Ensina-me a perdoar como Tu me perdoas e faz de mim um sinal da tua misericórdia. Que a tua graça transforme meu coração e me ajude a viver em paz com meus irmãos. Amém.

🎨 Evangelho para colorir

Baixe o desenho de Mateus 18,21-35 para colorir. E Enquanto pinta, guarde no coração esta pergunta de Jesus: “Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?” (Mt 18,33)



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Evangelho do 23º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

evangelho de Mt 18,15-20 do 23º Domingo do Tempo Comum
JESUS NOS ENSINA A CORRIGIR COM AMOR E A VIVER UNIDOS
Evangelho de Mateus 18,15-20 | 23º Domingo do Tempo Comum

O que você faz quando um amigo erra ou faz alguma coisa que machuca você?

Às vezes sentimos vontade de contar para todo mundo, ficar com raiva ou nunca mais falar com aquela pessoa. Mas Jesus nos apresenta um caminho diferente: o caminho do diálogo, do perdão e da reconciliação.

No Evangelho deste próximo domingo, descobrimos que viver como Igreja significa aprender a cuidar uns dos outros, inclusive ajudando com amor aquele que errou.

“VAI CONVERSAR COM ELE A SÓS”

Jesus diz aos discípulos: “Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo!” (Mt 18,15)

Veja que bonito! Jesus não diz: conte o erro dele para todos.

Também não diz: faça-o passar vergonha.

Ele ensina: vá conversar com seu irmão.

Quando alguém faz alguma coisa errada, devemos desejar que essa pessoa reconheça seu erro e volte ao caminho do bem. Isso se chama correção fraterna.

Corrigir alguém como cristão não significa querer mostrar que somos melhores. Significa ajudar aquela pessoa porque a amamos e queremos o seu bem.

CORRIGIR TAMBÉM É AMAR

Imagine que você veja um amigo caminhando na direção errada. Se você gosta dele, não vai simplesmente deixá-lo continuar. Você tentará ajudá-lo.

Assim também acontece na vida cristã. Jesus nos ensina que amar não significa dizer que tudo está certo. Quando alguém pratica o mal, podemos ajudá-lo a reconhecer seu erro, mas devemos fazer isso com caridade, respeito e humildade.

E antes de apontar o erro de outra pessoa, precisamos também olhar para nosso próprio coração.

Talvez nós também precisemos pedir: “Jesus, mostra-me aquilo que preciso mudar.”

Na família, na catequese e na comunidade, ninguém é perfeito. Somos todos discípulos aprendendo a viver como Jesus.

JESUS QUER RECUPERAR O IRMÃO

Jesus continua explicando que, se a primeira conversa não resolver, outras pessoas podem ajudar. E, se ainda for necessário, a própria comunidade pode participar.

Por quê?

Porque Jesus não quer que ninguém se perca! Todo o ensinamento de hoje tem um objetivo: reconquistar o irmão.

Por isso, a correção cristã nunca deve nascer da vingança, da fofoca ou do desejo de humilhar. Ela nasce da caridade.

O pecado machuca nossa amizade com Deus e também pode ferir nossa amizade com as outras pessoas. Por isso, Jesus nos chama sempre à reconciliação.

JESUS NOS OFERECE O PERDÃO

Quando fazemos alguma coisa errada, não precisamos fugir de Jesus. Devemos voltar para Ele.

Para aqueles que já receberam o sacramento da Reconciliação, a Confissão é um encontro muito especial com a misericórdia de Deus.

Ali reconhecemos nossos pecados, pedimos perdão e recebemos, por meio do sacerdote, a absolvição que nos reconcilia com Deus e com a Igreja.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que o sacramento da Penitência oferece ao pecador uma nova possibilidade de converter-se e recuperar a graça (cf. CaIC §1446).

Jesus não deseja apenas mostrar nossos erros. Ele deseja curar nosso coração e nos dar a graça de recomeçar.

“ONDE DOIS OU TRÊS ESTIVEREM REUNIDOS EM MEU NOME...”

No final do Evangelho, Jesus faz uma promessa maravilhosa: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles.” (Mt 18,20)

Quando a família se reúne para rezar, Jesus está presente.

Quando a comunidade se reúne em seu nome, Jesus está presente.

Quando estamos reunidos para a Santa Missa, Jesus está presente no meio de sua Igreja.

O CaIC §1373 recorda que Cristo está presente de muitos modos em sua Igreja: em sua Palavra, na oração da Igreja, nos pobres, nos sacramentos e, de modo único e substancial, sob as espécies eucarísticas.

Por isso, ser cristão não significa caminhar sozinho. Jesus nos reúne em uma família: a Igreja.

UMA COMUNIDADE QUE SABE RECOMEÇAR

Quando participamos da Santa Missa, podemos perceber algo muito bonito.

Logo no início, reconhecemos que somos pecadores e pedimos misericórdia: “Senhor, tende piedade de nós!”

Não apontamos primeiro os erros dos outros. Reconhecemos que todos precisamos da misericórdia de Deus.

Depois escutamos juntos a Palavra, rezamos juntos e participamos da Eucaristia.

Jesus reúne aquilo que o pecado tenta separar.

Por isso, uma comunidade cristã deve ser um lugar onde aprendemos a perdoar, corrigir com amor e recomeçar juntos.

COMO VIVER ESTE EVANGELHO?

Nesta semana, experimente:

  • conversar diretamente com alguém quando houver um problema, em vez de espalhá-lo;
  • saber escutar quando alguém mostrar que você também errou;
  • pedir a Jesus um coração humilde;
  • pedir perdão quando machucar alguém;
  • perdoar quem sinceramente pede seu perdão;
  • rezar com sua família e participar da Santa Missa.

Assim, ajudamos nossa casa, nossa catequese e nossa comunidade a viverem cada vez mais como uma verdadeira família de Deus.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, ENSINA-ME A AMAR MEUS IRMÃOS COMO TU NOS AMAS. QUANDO ALGUÉM ERRAR, AJUDA-ME A NÃO JULGAR NEM ESPALHAR SEUS ERROS, MAS A FALAR COM VERDADE, RESPEITO E CARIDADE. DÁ-ME TAMBÉM HUMILDADE PARA RECONHECER MINHAS PRÓPRIAS FALTAS E CORAGEM PARA PEDIR PERDÃO. FAZ DE NOSSA FAMÍLIA E DE NOSSA COMUNIDADE UM LUGAR DE RECONCILIAÇÃO, ORAÇÃO E AMOR. E PERMANECE SEMPRE NO MEIO DE NÓS. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Clique no botão para baixar o desenho do Evangelho do 23º Domingo do Tempo Comun - Ano A, para colorir.



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