MENU

DESTAQUE

LOJA INICIAL

Mostrando postagens com marcador Ano A. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ano A. Mostrar todas as postagens

Evangelho da Solenidade de Todos os Santos - Para Colorir

evangelho solenidade de todos os santos.

CHAMADOS À SANTIDADE
Evangelho de Mateus 5,1-12a | Solenidade de Todos os Santos

No dia 1 de novembro, a Igreja está em festa! Celebramos o dia de Todos os Santos, aqueles amigos de Jesus que já estão no Céu. Eles nos mostram que ser santo é possível e que a santidade é o caminho de todo cristão. 

Neste dia, escutamos o Evangelho das Bem-aventuranças, onde Jesus nos ensina o “caminho da felicidade” um caminho que leva ao Céu.

O EVANGELHO

Jesus subiu a montanha e começou a ensinar o povo, dizendo: “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. Felizes os que choram, porque serão consolados. Felizes os mansos, os misericordiosos, os puros de coração, os que promovem a paz e os perseguidos por causa da justiça...” (Mt 5,1-12a)

Essas palavras se chamam Bem-aventuranças, e são como o “MANUAL DA SANTIDADE” que Jesus deixou para nós.

O QUE JESUS QUER NOS ENSINAR?

Jesus nos mostra que a verdadeira felicidade não está nas coisas do mundo, mas em viver como filhos de Deus.

Ser santo é amar como Jesus amou, ter um coração puro, ser bondoso e justo, mesmo quando é difícil.

Os santos foram pessoas que viveram as Bem-aventuranças no dia a dia:

  1. São Francisco de Assis foi pobre de espírito e viveu na simplicidade.
  2. Santa Teresinha foi mansa e amou nas pequenas coisas.
  3. São João Paulo II foi misericordioso e levou a paz ao mundo.

O Catecismo da Igreja Católica nos ensina:

“Os santos e santas de Deus sempre foram fonte e origem de renovação nas circunstâncias mais difíceis da história da Igreja.” (CaIC §828)

Isso quer dizer que cada santo é uma luz que brilha e ajuda outros a caminhar com Jesus, e nós também somos chamados a brilhar com essa luz!

COMO VIVER ESTE EVANGELHO?

  • Ser gentil com todos, mesmo com quem é diferente.
  • Ajudar quem precisa, como um pequeno santo.
  • Rezar todos os dias e agradecer a Deus pela vida.
  • Procurar fazer o bem em tudo, com alegria.

Lembre-se: a santidade não é para poucos, é para todos! Inclusive para você, pequeno amiguinho de Deus!

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO POR ME CHAMAR À SANTIDADE. QUERO SEGUIR O EXEMPLO DOS SANTOS E VIVER AS BEM-AVENTURANÇAS COM AMOR. FAZ DE MIM UM PEQUENO REFLEXO DA TUA LUZ. AMÉM.

🎨 DESENHO PARA COLORIR

Clique no botão e baixe o desenho do Evangelho do dia de Todos os Santos para colorir!



CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Evangelho do 30º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

Evangelho de Mateus 22,34-40
AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO: O MAIOR MANDAMENTO DE JESUS
Evangelho de Mateus 22,34-40 | 30º Domingo do Tempo Comum

Você já se perguntou qual é o ensinamento mais importante de Jesus? Entre tantas coisas que aprendemos na catequese, nas histórias da Bíblia e durante a Santa Missa, existe um mandamento que resume toda a nossa vida cristã: amar a Deus de todo o coração e amar o próximo como a nós mesmos!

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus responde à pergunta de um mestre da Lei e nos revela que o amor é o caminho para vivermos unidos a Deus.

Mas será que amar significa apenas sentir carinho por alguém? Como podemos demonstrar nosso amor a Deus, que não podemos ver, e às pessoas que encontramos todos os dias?

Vamos descobrir juntos!

QUAL É O MAIOR MANDAMENTO?

Certo dia, alguns fariseus se reuniram ao redor de Jesus. Um deles, que era mestre da Lei, fez uma pergunta para colocá-Lo à prova: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” (Mt 22,36)

Naquele tempo, o povo de Israel conhecia muitos mandamentos e ensinamentos presentes nas Escrituras. Mas aquele homem queria saber qual deles era o mais importante.

Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento!” (Mt 22,37)

E acrescentou: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 22,39)

Jesus explicou que toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos.

Isso significa que todos os ensinamentos de Deus encontram seu verdadeiro sentido no amor.

Quem ama a Deus de verdade também é chamado a amar seus irmãos.

O AMOR COMEÇA EM DEUS

Existe algo muito importante que precisamos compreender: antes mesmo de aprendermos a amar, Deus já nos amava!

Foi por amor que Ele nos criou.

Foi por amor que enviou seu Filho Jesus para nos salvar.

E é por amor que continua nos chamando para viver em sua presença.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a caridade é a virtude pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por Ele mesmo, e ao próximo como a nós mesmos, por amor de Deus (cf. CaIC §1822).

Por isso, o amor cristão não é apenas um sentimento bonito.

É uma graça que recebemos de Deus e que deve transformar nossas escolhas, palavras e atitudes.

Quando amamos, participamos da própria vida de Deus, porque Deus é amor! (cf. 1Jo 4,8).

AMAR A DEUS DE TODO O CORAÇÃO

Jesus nos pede para amar a Deus com todo o coração, toda a alma e todo o entendimento.

Mas o que isso significa?

Significa que Deus deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida.

Amamos a Deus quando reservamos um tempo para rezar, escutamos sua Palavra, confiamos em sua bondade e procuramos fazer sua vontade.

Também demonstramos esse amor quando participamos da Santa Missa, respeitamos as coisas sagradas e agradecemos por tudo o que recebemos.

O CaIC §2083 recorda que o primeiro mandamento nos chama a amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e com todas as nossas forças.

Por isso, amar a Deus não significa apenas lembrar Dele quando precisamos de alguma coisa.

Significa viver cada dia em sua amizade.

AMAR O PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS

Jesus também nos ensina que devemos amar o próximo.

E quem é o nosso próximo?

São as pessoas que encontramos em nossa vida: nossos familiares, amigos, colegas, vizinhos e até aqueles com quem temos dificuldades de conviver.

Amar o próximo significa reconhecer que cada pessoa foi criada à imagem de Deus e possui uma dignidade que deve ser respeitada.

Por isso, não podemos dizer que amamos Jesus enquanto desprezamos, humilhamos ou maltratamos nossos irmãos.

O Catecismo da Igreja ensina que o amor ao próximo é inseparável do amor a Deus (cf. CaIC §1878).

Quando ajudamos alguém que precisa, acolhemos uma pessoa sozinha, perdoamos uma ofensa ou partilhamos aquilo que temos, estamos colocando em prática o mandamento de Jesus.

O amor que recebemos de Deus precisa chegar também aos outros!

JESUS NOS MOSTRA COMO AMAR

Jesus não apenas falou sobre o amor.

Ele nos mostrou como amar por meio de sua própria vida.

Acolheu os pecadores, curou os doentes, aproximou-se dos pobres, perdoou aqueles que O ofenderam e entregou sua vida na cruz pela nossa salvação.

Na cruz, contemplamos a maior prova do amor de Deus por nós.

Jesus nos amou até o fim!

Por isso, quando olhamos para o crucifixo, recordamos que amar significa também doar-se, servir e procurar o bem do outro.

O CaIC §1825 recorda que Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores, revelando a grandeza de seu amor.

E é esse mesmo amor que somos chamados a viver.

NA EUCARISTIA, APRENDEMOS A AMAR COMO JESUS

Existe uma ligação muito bonita entre o Evangelho deste domingo e a Santa Missa.

Na Eucaristia, encontramos o próprio Jesus, que se oferece ao Pai e se entrega a nós como alimento.

Ele nos reúne ao redor da mesma mesa e nos ensina que somos irmãos.

Ao recebermos dignamente a Sagrada Comunhão, nossa união com Cristo se fortalece, e seu amor transforma nosso coração.

O Catecismo ensina que a Eucaristia fortalece a caridade e nos ajuda a romper com o pecado (cf. CaIC §1394).

Por isso, não podemos separar aquilo que celebramos na igreja da maneira como tratamos as pessoas.

O amor que recebemos de Jesus na Eucaristia deve continuar em nossa casa, na escola e em todos os lugares.

Quando a Missa termina, somos enviados para viver aquilo que celebramos.

O QUE PODEMOS APRENDER?

1. DEUS DEVE OCUPAR O PRIMEIRO LUGAR EM NOSSA VIDA.

Amar a Deus significa confiar Nele, escutar sua Palavra e procurar fazer sua vontade em todas as situações.

2. O AMOR AO PRÓXIMO REVELA NOSSA AMIZADE COM JESUS.

Não basta dizer que amamos a Deus. Precisamos demonstrar esse amor por meio da bondade, do respeito, do perdão e da caridade.

3. JESUS É O MAIOR EXEMPLO DE AMOR.

Ele entregou sua vida por nós e nos ensina que o verdadeiro amor se manifesta na doação e no serviço aos irmãos.

COMO PODEMOS APLICAR ESTE EVANGELHO?

Nesta semana, podemos viver o maior mandamento de Jesus por meio de pequenas atitudes:

- Em casa: ajudar nossa família com alegria e demonstrar carinho e respeito.

- Na escola: acolher os colegas, evitar brigas e não deixar ninguém de lado.

- Na catequese: escutar a Palavra de Deus e aprender a viver como discípulos de Jesus.

- Na comunidade: participar da Santa Missa e colaborar com aqueles que precisam.

- Na oração: agradecer a Deus pelo seu amor e pedir a graça de amar cada vez mais.

Lembre-se: amar a Deus e amar o próximo são dois mandamentos que caminham juntos!

Cada gesto de amor realizado com sinceridade pode tornar-se uma bela resposta ao amor que Deus tem por nós.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO PORQUE ME AMAS E ME ENSINAS O VERDADEIRO CAMINHO DO AMOR. QUERO AMAR A DEUS DE TODO O MEU CORAÇÃO, COM TODA A MINHA ALMA E COM TODO O MEU ENTENDIMENTO. AJUDA-ME A RECONHECER TUA PRESENÇA EM MEUS IRMÃOS E A TRATAR TODAS AS PESSOAS COM BONDADE E RESPEITO. QUE EU APRENDA A PERDOAR, PARTILHAR E SERVIR COM ALEGRIA. FAZ CRESCER EM MEU CORAÇÃO A CARIDADE, PARA QUE MINHA VIDA SEJA SEMPRE UMA RESPOSTA AO TEU AMOR. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho de Mateus 22,34-40 para colorir! Enquanto pinta, recorde as palavras de Jesus: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração [...] Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (cf. Mt 22,37-39)

Depois, pense em uma maneira de demonstrar seu amor a Deus e ao próximo nesta semana.


CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Evangelho do 29º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

Mateus 22,15-21 para crianças
DAI A DEUS O QUE É DE DEUS: NOSSO CORAÇÃO PERTENCE AO SENHOR!
Evangelho de Mateus 22,15-21 | 29º Domingo do Tempo Comum

Você já observou uma moeda? Nela encontramos números, símbolos e imagens que nos ajudam a reconhecer de onde ela vem.

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus utiliza uma moeda para ensinar uma verdade muito importante sobre nossa vida: devemos cumprir nossos deveres no mundo, mas nunca esquecer que pertencemos a Deus!

Com uma resposta cheia de sabedoria, Jesus nos mostra que nossa fé deve aparecer não apenas nas orações, mas também nas atitudes que temos em casa, na escola e na sociedade.

Vamos descobrir o que significa dar a Deus aquilo que é de Deus?

“DE QUEM É A FIGURA DESTA MOEDA?”

Alguns fariseus queriam colocar Jesus em dificuldade. Por isso, enviaram seus discípulos, acompanhados de partidários de Herodes, para fazer uma pergunta: “É lícito ou não pagar imposto a César?” (Mt 22,17)

Naquela época, César era o imperador romano, e o povo precisava pagar impostos ao governo.

A pergunta era uma armadilha. Se Jesus respondesse de determinada maneira, seus adversários poderiam acusá-Lo diante do povo ou das autoridades.

Mas Jesus conhecia suas intenções.

Então pediu que lhe mostrassem a moeda utilizada para pagar o imposto e perguntou: “De quem é a figura e a inscrição desta moeda?” (Mt 22,20)

Eles responderam: “De César.”

Jesus então declarou: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mt 22,21)

Com essas palavras, Jesus ensinou que devemos cumprir nossos deveres na sociedade, mas que nossa fidelidade maior pertence a Deus.

FOMOS CRIADOS À IMAGEM DE DEUS

Existe um detalhe muito bonito nesse Evangelho.

A moeda trazia a imagem de César.

Mas você sabe qual imagem está marcada em nós? A imagem de Deus!

Desde a criação, cada ser humano foi feito à imagem e semelhança do Senhor (cf. Gn 1,26-27).

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a dignidade da pessoa humana está fundamentada em sua criação à imagem e semelhança de Deus (cf. CaIC §1700).

Isso significa que nossa vida tem um valor imenso.

Não somos objetos que podem ser comprados ou vendidos.

Somos pessoas amadas por Deus, chamadas a conhecê-Lo, amá-Lo e viver em comunhão com Ele.

Se a moeda trazia a imagem de César, nós trazemos a imagem de Deus.

Por isso, quando Jesus diz que devemos dar a Deus o que é de Deus, somos convidados a oferecer ao Senhor nossa vida inteira.

O QUE PODEMOS OFERECER A DEUS?

Talvez você esteja pensando: “Mas o que posso dar a Deus, se Ele já possui todas as coisas?”

Deus não precisa de nossos brinquedos, de nosso dinheiro ou de nossas riquezas.

Ele deseja nosso amor e nossa resposta livre ao seu chamado.

Oferecemos nossa vida a Deus quando escolhemos fazer sua vontade.

Quando ajudamos alguém, quando perdoamos, quando falamos a verdade e quando rezamos com sinceridade, estamos demonstrando que pertencemos ao Senhor.

Jesus nos ensina que o maior mandamento é amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento (cf. Mt 22,37).

Por isso, dar a Deus o que é de Deus significa reconhecer que Ele deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida.

E O QUE SIGNIFICA DAR A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR?

Jesus também nos ensina que temos responsabilidades na sociedade.

Precisamos respeitar as leis justas, cuidar dos espaços públicos, colaborar com o bem comum e tratar todas as pessoas com dignidade.

O CaIC §2239 recorda que os cidadãos devem contribuir para o bem da sociedade com espírito de verdade, justiça, solidariedade e liberdade.

Para uma criança, isso pode começar com atitudes muito simples:

- Cuidar da escola e dos materiais que todos utilizam.

- Respeitar as pessoas e as regras justas de convivência.

- Não jogar lixo nas ruas.

- Falar a verdade e agir com honestidade.

- Ajudar a construir a paz na família e na comunidade.

Entretanto, nossa obediência às autoridades não pode estar acima da obediência a Deus. Quando uma ordem humana é contrária à lei moral, devemos permanecer fiéis ao Senhor (cf. CaIC §2242).

Ser um bom cristão também significa colaborar para construir uma sociedade mais justa e fraterna.

NO BATISMO, PERTENCEMOS A CRISTO

Há uma ligação muito bonita entre esse Evangelho e o sacramento do Batismo.

Desde a criação, trazemos a imagem de Deus. Pelo Batismo, recebemos a graça de uma vida nova em Cristo.

Somos libertados do pecado, tornamo-nos filhos adotivos de Deus e membros da Igreja.

O Catecismo da Igreja ensina que o Batismo imprime na alma um sinal espiritual indelével, que manifesta nossa pertença a Cristo (cf. CaIC §1272).

Esse sinal não pode ser apagado!

Por isso, cada vez que fazemos o sinal da cruz, podemos recordar nossa identidade batismal.

Somos de Cristo!

Nossa vida pertence ao Senhor, e somos chamados a testemunhar seu amor em todos os lugares.

NA SANTA MISSA, OFERECEMOS NOSSA VIDA A DEUS

Quando participamos da Santa Missa, vivemos de maneira especial aquilo que Jesus ensina neste Evangelho.

Durante a apresentação das oferendas, o sacerdote coloca sobre o altar o pão e o vinho, que serão consagrados e se tornarão o Corpo e o Sangue de Cristo.

Mas existe algo muito importante: também somos convidados a oferecer nossa própria vida a Deus, unidos ao sacrifício de Jesus.

Nossas alegrias, dificuldades, trabalhos, estudos e boas ações podem ser apresentados ao Senhor.

O CaIC §1368 ensina que a Igreja se une à oferenda de Cristo, e a vida dos fiéis, suas orações, seus trabalhos e sofrimentos são unidos à sua entrega.

Assim, a Eucaristia nos ajuda a compreender que toda a nossa vida pode tornar-se uma oferta de amor.

Na Missa, aprendemos a dizer com o coração: “Senhor, tudo o que sou e tudo o que tenho pertence a Ti!”

COMO VIVER ESTE EVANGELHO?

Nesta semana, podemos demonstrar que pertencemos a Deus:

- Amando e respeitando as pessoas, porque todas foram criadas à imagem de Deus.

- Reservando um momento do dia para conversar com Jesus.

- Escolhendo a verdade e a honestidade em nossas atitudes.

- Cuidando da criação e dos lugares onde vivemos.

- Ajudando alguém sem esperar recompensa.

- Participando da Santa Missa e oferecendo nossa vida ao Senhor.

- Fazendo o sinal da cruz com fé, recordando nosso Batismo.

Cada pequena atitude de amor revela ao mundo que somos discípulos de Jesus.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO PORQUE ME CRIASTE À TUA IMAGEM E ME CHAMASTE PARA VIVER COMO FILHO DE DEUS. AJUDA-ME A RECONHECER QUE MINHA VIDA PERTENCE A TI. QUE MINHAS PALAVRAS, ESCOLHAS E ATITUDES SEJAM SINAIS DO TEU AMOR. ENSINA-ME A CUMPRIR MEUS DEVERES COM RESPONSABILIDADE, A RESPEITAR TODAS AS PESSOAS E A TRABALHAR PELO BEM COMUM. QUERO OFERECER-TE MEU CORAÇÃO E VIVER CADA DIA COMO VERDADEIRO DISCÍPULO. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho de Mateus 22,15-21 para colorir! Enquanto pinta a cena de Jesus mostrando a moeda, recorde suas palavras: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mt 22,21)

E não se esqueça: a moeda trazia a imagem de César, mas você foi criado à imagem de Deus!



CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Evangelho do 28º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

Evangelho de Mateus 22,1-14
TODOS SÃO CONVIDADOS PARA A FESTA DE DEUS!
Evangelho de Mateus 22,1-14 | 28º Domingo do Tempo Comum

Você já recebeu um convite para uma festa muito especial?

Quando alguém nos convida para uma festa, significa que deseja a nossa presença. Preparamos a roupa, organizamos nosso tempo e esperamos com alegria o momento de chegar.

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus conta a história de um rei que preparou uma grande festa de casamento para seu filho. Tudo estava pronto, mas muitos convidados não quiseram participar.

Por meio dessa parábola, Jesus revela algo maravilhoso: Deus também preparou uma festa e cada um de nós recebeu um convite!

Vamos descobrir que festa é essa?

UM REI PREPAROU UMA GRANDE FESTA

Jesus disse: “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho.” (cf. Mt 22,2)

Quando chegou a hora, o rei enviou seus empregados para chamar os convidados.

Mas eles não quiseram ir.

O rei enviou novamente seus empregados dizendo que tudo estava preparado: “Vinde para a festa!” (cf. Mt 22,4)

Mesmo assim, alguns não deram importância ao convite e foram cuidar de outras coisas.

Então o rei mandou seus empregados pelas estradas para convidarem todos aqueles que encontrassem.

E a sala da festa ficou cheia!

Jesus nos mostra assim que o convite de Deus é oferecido generosamente.

DEUS ESTÁ NOS CONVIDANDO

O rei da parábola nos faz pensar em Deus Pai.

O filho para quem é preparado o banquete nos faz olhar para Jesus Cristo.

E a grande festa aponta para a alegria do Reino dos Céus.

Desde o início da história da salvação, Deus chama seu povo para viver em comunhão com Ele. Na plenitude dos tempos, enviou seu próprio Filho para abrir para nós o caminho da salvação.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que Deus nos criou para participarmos de sua vida bem-aventurada e nunca deixa de chamar cada pessoa para procurá-Lo e encontrá-Lo (cf. CaIC §1).

Por isso, podemos imaginar que existe um convite com nosso nome: “Venha viver comigo!”

Deus deseja nossa amizade.

O CONVITE PRECISA DE UMA RESPOSTA

Alguns convidados da parábola receberam o chamado, mas estavam ocupados demais para responder.

Isso também pode acontecer conosco.

Jesus nos chama quando escutamos sua Palavra.

Mas podemos pensar:

  1. “Depois eu rezo.”
  2. “Hoje não quero ir à Missa.”
  3. “Depois eu perdoo.”
  4. “Depois faço o bem.”

E o nosso coração vai ficando ocupado com tantas coisas que esquecemos Aquele que nos convidou.

Deus não nos obriga a amá-Lo.

Ele nos chama e espera uma resposta livre.

A fé é justamente uma resposta do ser humano a Deus que se revela e se entrega a nós (cf. CaIC §26).

Cada dia é uma nova oportunidade para responder: “Sim, Senhor! Eu quero estar contigo.”

A SANTA MISSA: DEUS JÁ NOS REÚNE À SUA MESA

A imagem do banquete nos ajuda a entrar ainda mais profundamente no mistério que celebramos na Santa Missa.

Na Eucaristia, Deus reúne seus filhos ao redor de sua mesa.

Primeiro, somos alimentados pela Palavra de Deus.

Depois, no altar, Cristo se oferece ao Pai e nos dá seu Corpo e Sangue como alimento.

O Catecismo chama a Eucaristia de antecipação da glória celeste (cf. CaIC §1402).

Isso significa que cada Santa Missa nos faz experimentar, ainda aqui na terra, um pouco daquela comunhão plena que esperamos viver para sempre no Céu.

Por isso, participar da Missa é muito mais do que simplesmente “ir à igreja”.

É responder ao convite de Jesus para encontrar-se com Ele!

E A ROUPA DA FESTA?

No final da parábola aparece algo que pode parecer estranho.

O rei encontra um homem que entrou na festa sem a roupa adequada.

O que Jesus quer nos ensinar?

Não se trata simplesmente de uma roupa bonita.

A veste nos ajuda a compreender que não basta aceitar o convite apenas por fora. Precisamos permitir que a graça de Deus transforme nossa vida.

No Batismo recebemos uma veste branca, sinal de que fomos revestidos de Cristo e começamos uma vida nova.

O CaIC §1243 recorda que a veste branca simboliza que a pessoa batizada se revestiu de Cristo e ressuscitou com Ele.

Por isso, o convite de Deus pede também uma mudança do coração.

Não basta dizer: “Sou cristão.”

Somos chamados a viver como cristãos.

COMO CUIDAR DA VESTE DO MEU CORAÇÃO?

Nossa veste batismal permanece bonita quando vivemos unidos a Jesus.

Mas o pecado machuca essa amizade.

Por isso, quando erramos, Deus não deseja que fujamos Dele.

Ele nos chama à conversão.

Na Confissão, reconhecemos nossos pecados, pedimos perdão e recebemos a graça de recomeçar.

Assim, Jesus vai preparando nosso coração para o grande encontro com Deus.

A vida cristã inteira é como uma caminhada em direção à festa.

HÁ LUGAR PARA TODOS!

Existe ainda uma notícia maravilhosa nessa parábola.

Quando alguns convidados recusaram o chamado, o rei mandou seus empregados: “Ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes.” (cf. Mt 22,9)

Todos!

O amor de Deus não fica fechado para um pequeno grupo.

A Igreja recebeu de Jesus a missão de anunciar o Evangelho a todos os povos.

Nós também podemos ajudar esse convite a chegar às pessoas.

Quando falamos de Jesus com carinho, acolhemos alguém, ajudamos quem precisa ou mostramos nossa fé por meio das boas atitudes, tornamo-nos pequenos missionários do Reino.

COMO RESPONDER AO CONVITE DE JESUS?

  • Nesta semana, podemos dizer nosso “sim”:
  • reservando um momento para rezar;
  • escutando a Palavra de Deus;
  • acolhendo alguém que está sozinho;
  • pedindo perdão quando errarmos;
  • praticando uma obra de caridade;
  • participando da Santa Missa com atenção e alegria;
  • convidando outras pessoas, com nosso exemplo, a conhecerem Jesus.

Cada escolha feita por amor é uma maneira de dizer: “Senhor, eu aceito o teu convite!”

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO PORQUE TAMBÉM ME CONVIDASTE PARA A FESTA DO TEU REINO. NÃO PERMITAS QUE TANTAS OUTRAS COISAS OCUPEM O LUGAR QUE PERTENCE A TI EM MEU CORAÇÃO. AJUDA-ME A CONSERVAR A GRAÇA QUE RECEBI NO BATISMO E, QUANDO EU ERRAR, DÁ-ME HUMILDADE PARA PEDIR PERDÃO E RECOMEÇAR. QUE EU PARTICIPE DA SANTA MISSA COM FÉ E ALEGRIA E APRENDA A LEVAR TEU CONVITE A OUTRAS PESSOAS. PREPARA MEU CORAÇÃO PARA QUE UM DIA EU POSSA PARTICIPAR CONTIGO DO BANQUETE ETERNO NO CÉU. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho da Parábola da Festa de Casamento para colorir. Enquanto pinta, imagine que Jesus também dirige seu convite a você: “Vinde para a festa!”

Como você pode responder a esse convite nesta semana?


CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Evangelho do 27º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

parábola dos agricultores da vinha
A VINHA DE DEUS: CHAMADOS A PRODUZIR BONS FRUTOS
Evangelho de Mateus 21,33-43 | 27º Domingo do Tempo Comum

Imagine alguém que prepara uma linda plantação: escolhe o terreno, planta as melhores mudas, constrói uma cerca para protegê-las e cuida de tudo para que, no tempo certo, apareçam muitos frutos.

No Evangelho deste próximo domingo, Jesus conta justamente a história de um proprietário que preparou uma vinha com muito cuidado.

Mas aconteceu algo triste: aqueles que deveriam cuidar dela esqueceram que a vinha não lhes pertencia.

Por meio dessa parábola, Jesus nos convida a reconhecer os presentes que Deus colocou em nossas mãos e pergunta: quais frutos estamos oferecendo a Ele?

A PARÁBOLA DOS AGRICULTORES

Jesus contou que um homem plantou uma vinha, colocou uma cerca ao redor, preparou um lugar para produzir o vinho e construiu uma torre.

Depois, confiou a vinha a alguns agricultores e partiu para longe.

Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário enviou seus empregados para receber os frutos que lhe pertenciam.

Mas os agricultores os maltrataram.

O proprietário enviou outros empregados, e eles fizeram a mesma coisa.

Por fim, pensou: “Ao meu filho respeitarão.” (Mt 21,37)

Mas, quando os agricultores viram o filho, decidiram matá-lo para ficar com a herança.

Jesus então mostrou que a vinha seria confiada a outros agricultores, capazes de entregar os frutos no tempo certo.

DEUS CONFIOU UMA VINHA A NÓS

Na Bíblia, a vinha é uma imagem usada para falar do povo de Deus.

Tudo começa com uma iniciativa do Senhor.

  • Foi Ele quem plantou.
  • Foi Ele quem preparou.
  • Foi Ele quem cuidou.

Isso nos ensina algo muito importante: nossa vida é um dom recebido de Deus.

Nossa família, nossos talentos, nossa inteligência, nosso tempo e até nossa capacidade de amar são presentes que recebemos.

Pelo Batismo, fomos incorporados a Cristo e passamos a fazer parte do povo de Deus, a Igreja (cf. CaIC §1267).

Deus confia algo precioso às nossas mãos. E todo presente recebido de Deus também traz uma missão.

QUAIS FRUTOS DEUS ESPERA DE NÓS?

Imagine uma videira bonita, cheia de folhas, mas que nunca produz nenhuma uva. Algo estaria faltando.

Assim também acontece com nossa vida cristã. Não basta apenas dizer: “Eu sou cristão.”

A fé deve produzir frutos. Quais?

  • caridade;
  • perdão;
  • generosidade;
  • oração;
  • bondade;
  • justiça;
  • cuidado com o próximo;
  • fidelidade a Jesus.

As boas obras não servem para “comprar” o amor de Deus. Deus nos ama primeiro. É porque recebemos sua graça que podemos responder produzindo frutos de uma vida nova.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a graça de Cristo é um dom gratuito que Deus nos oferece para participarmos de sua própria vida (cf. CaIC §1999).

O FILHO ENVIADO PELO PAI

Existe uma parte muito importante na parábola.

Depois de enviar seus empregados, o proprietário envia seu próprio filho. Aqui Jesus começa a revelar aquilo que aconteceria com Ele.

Deus enviou profetas ao seu povo e, na plenitude dos tempos, enviou seu próprio Filho. Jesus foi rejeitado e morto. Mas a morte não teve a última palavra.

Por isso, Jesus recorda as Escrituras: “A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular.” (Mt 21,42)

A pedra rejeitada é o próprio Cristo. Ele foi crucificado, mas ressuscitou e tornou-se o fundamento da nossa salvação.

JESUS É A PEDRA ANGULAR

Você já viu uma construção?

Para permanecer firme, ela precisa de uma boa base.

Jesus é a pedra fundamental sobre a qual nossa vida deve ser construída.

Sem Ele, podemos até possuir muitas coisas, mas falta aquilo que dá verdadeiro sentido à nossa vida.

O CaIC §756 recorda que Cristo é a pedra angular da Igreja.

Por isso, ser cristão não significa apenas conhecer algumas histórias sobre Jesus. Significa construir nossa vida sobre Ele.

Quando escolhemos segundo o Evangelho, nossa vida fica apoiada nessa pedra firme.

NA EUCARISTIA, JESUS ALIMENTA OS FRUTOS DA VINHA

Existe ainda uma bela ligação entre a vinha e aquilo que celebramos na Santa Missa.

  1. Da vinha nasce a uva.
  2. Da uva vem o vinho.

E, na celebração da Eucaristia, apresentamos no altar o pão e o vinho, frutos da terra e do trabalho humano.

Pela ação de Cristo e do Espírito Santo, eles se tornam sacramentalmente o Corpo e o Sangue de Jesus.

O Catecismo ensina que, no Santíssimo Sacramento da Eucaristia, estão contidos verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue, juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. CaIC §1374).

Que mistério maravilhoso!

Aquele Filho enviado pelo Pai e rejeitado pelos homens é o mesmo Cristo ressuscitado que se oferece a nós como alimento.

Na Eucaristia, Ele nos fortalece para que nossa vida produza bons frutos.

SOMOS CUIDADORES, NÃO DONOS

Os agricultores da parábola cometeram um grande erro: começaram a agir como se fossem donos da vinha.

Nós também precisamos recordar: Tudo pertence a Deus.

  1. A criação é de Deus.
  2. Nossa vida é de Deus.
  3. Nossos talentos são dons de Deus.

Por isso, somos chamados a cuidar daquilo que recebemos.

Quando dividimos nossos talentos, cuidamos da criação, ajudamos nossa família e colocamos nossos dons a serviço dos outros, estamos dizendo: “Senhor, obrigado pelo que me deste. Quero usar tudo para o bem.”

COMO PRODUZIR BONS FRUTOS?

Nesta semana, podemos cuidar da vinha que Deus nos confiou:

  • fazendo uma boa ação sem esperar recompensa;
  • reservando um momento para conversar com Jesus;
  • ajudando alguém que precisa;
  • perdoando em vez de guardar raiva;
  • escutando e praticando a Palavra de Deus;
  • cuidando da criação;
  • participando da Santa Missa com atenção e fé.

Cada pequeno gesto realizado com amor pode tornar-se um belo fruto oferecido ao Senhor.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, OBRIGADO POR TODOS OS DONS QUE COLOCASTE EM MINHAS MÃOS. AJUDA-ME A CUIDAR DA VINHA QUE ME CONFIASTE E A PRODUZIR FRUTOS DE AMOR, BONDADE, JUSTIÇA E MISERICÓRDIA. QUANDO EU QUISER VIVER SOMENTE PARA MIM, RECORDA-ME QUE TUDO RECEBI DO TEU AMOR. TU ÉS A PEDRA ANGULAR DA MINHA VIDA. PERMANECE COMIGO E ALIMENTA-ME COM TUA GRAÇA, PARA QUE MINHAS PALAVRAS E ATITUDES DEEM BONS FRUTOS PARA O TEU REINO. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho da Parábola dos Agricultores da Vinha para colorir. Enquanto pinta, pense em um bom fruto que você pode oferecer a Deus nesta semana: uma oração, um perdão, uma ajuda ou um gesto de caridade.



CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Evangelho do 26º Domingo do Tempo Comum - ANO A - Para Colorir

parábola dos dois filhos desenho
O NOSSO “SIM” A DEUS PRECISA VIRAR ATITUDE
Evangelho de Mateus 21,28-32 | 26º Domingo do Tempo Comum

Você já respondeu “sim” quando seus pais pediram alguma coisa, mas depois acabou não fazendo?

Ou talvez tenha dito “não quero!”, mas depois pensou melhor, voltou e fez aquilo que era certo?

No Evangelho deste domingo, Jesus conta a história de dois filhos. Um deles disse “não”, mas depois mudou de atitude. O outro disse “sim”, porém não fez o que havia prometido.

Com essa pequena parábola, Jesus nos faz uma pergunta muito importante: o meu “sim” a Deus aparece também nas minhas atitudes?

DOIS FILHOS E DUAS RESPOSTAS

Jesus contou que um pai tinha dois filhos. Ele aproximou-se do primeiro e pediu: “Filho, vai trabalhar hoje na vinha!” (Mt 21,28)

O filho respondeu: “Não quero.” Mas depois ele se arrependeu, mudou de atitude e foi trabalhar.

O pai fez o mesmo pedido ao outro filho. Ele respondeu: “Sim, senhor, eu vou.” Mas não foi.

Então Jesus perguntou: “Qual dos dois fez a vontade do pai?” (Mt 21,31)

A resposta era clara: o primeiro. Ele começou dizendo “não”, mas reconheceu seu erro e transformou sua resposta em atitude.

DEUS DESEJA O NOSSO CORAÇÃO E A NOSSA VIDA

Na parábola, o pai nos faz pensar em Deus, que chama seus filhos para trabalhar em sua vinha. A vinha representa o seu Reino. Deus também nos chama.

No Batismo, começamos uma vida nova em Cristo e passamos a fazer parte de sua Igreja. Ali começou uma história de amizade com Deus que deve crescer durante toda a nossa vida.

Mas ser cristão não significa apenas dizer: “Eu acredito em Jesus.” Nossa fé precisa aparecer na maneira como vivemos.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a fé viva “age pela caridade” (cf. CaIC §1814). Por isso, nosso “sim” a Jesus precisa aparecer nas escolhas que fazemos.

NÃO BASTA DIZER “SENHOR, EU VOU!”

O segundo filho falou algo bonito: “Sim, senhor, eu vou!”

O problema é que suas palavras ficaram apenas nas palavras. Isso também pode acontecer conosco.

  1. Podemos dizer que amamos Jesus e depois não querer perdoar.
  2. Podemos rezar e depois tratar alguém mal.
  3. Podemos participar da catequese e não ajudar em casa.
  4. Podemos ouvir o Evangelho na Missa e esquecer tudo assim que saímos da igreja.

Jesus não quer apenas palavras bonitas. Ele deseja discípulos que coloquem sua Palavra em prática.

Quando obedecemos, partilhamos, perdoamos, ajudamos e fazemos o bem, nosso “sim” começa a ganhar mãos, pés e atitudes.

E SE EU JÁ DISSE “NÃO” PARA DEUS?

Aqui encontramos uma das partes mais bonitas deste Evangelho. O primeiro filho começou mal. Ele disse: “Não quero!”

Mas sua história não terminou ali. Ele pensou melhor, arrependeu-se e voltou para fazer a vontade do pai. Isso se chama conversão.

Converter-se significa permitir que Deus mude a direção do nosso coração. Talvez alguma vez tenhamos desobedecido, mentido, sido egoístas ou machucado alguém.

Jesus não diz: “Você errou, então não há mais jeito.”

Ele nos chama: “Volte para mim. Recomece!”

O CaIC nos ensina que o coração humano pode retornar para Deus porque a própria graça nos move à conversão (cf. CaIC §§1427-1428).

Com Jesus, sempre podemos começar novamente.

NA CONFISSÃO, NOSSO “NÃO” PODE TORNAR-SE “SIM”

Quando pecamos depois do Batismo, Jesus nos oferece um encontro especial com sua misericórdia: o Sacramento da Reconciliação.

Na Confissão, reconhecemos: “Jesus, eu errei.”

Mas não ficamos presos ao erro. Arrependidos, recebemos o perdão de Deus e sua graça nos fortalece para voltar ao caminho.

É como o primeiro filho da parábola: ele percebeu que sua resposta estava errada e decidiu fazer a vontade do pai.

O CaIC §1468 ensina que o sacramento da Penitência nos restitui à graça de Deus e nos une novamente a Ele numa amizade profunda.

A misericórdia de Deus não apaga apenas o passado: ela nos ajuda a viver de maneira nova.

NA SANTA MISSA APRENDEMOS A DIZER “SIM”

Em cada Santa Missa, Deus também fala conosco.

Escutamos sua Palavra e respondemos: “Graças a Deus!”

No Credo, professamos: “Creio!”

Ao final das orações, respondemos: “Amém!” Mas esse “Amém” não pode terminar quando saímos da igreja. “Amém” significa acolher com fé aquilo que Deus nos oferece.

Por isso, depois da Missa, somos enviados para viver aquilo que celebramos.

  • Na escola.
  • Em casa.
  • Com os amigos.
  • Na catequese.

A liturgia continua dando frutos quando nosso “Amém” se transforma em amor vivido.

COMO TRANSFORMAR MEU “SIM” EM ATITUDES?

Nesta semana, você pode responder ao chamado de Deus:

  • ajudando em casa antes mesmo de pedirem;
  • reservando um momento para rezar;
  • pedindo desculpas quando errar;
  • perdoando alguém que o magoou;
  • colocando em prática aquilo que escutou no Evangelho;
  • acolhendo quem está sozinho;
  • participando da Santa Missa com atenção.

Pequenas atitudes podem revelar um grande “sim” a Deus.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS, QUERO DIZER “SIM” AO TEU CHAMADO NÃO SOMENTE COM MINHAS PALAVRAS, MAS TAMBÉM COM MINHA VIDA. QUANDO EU ERRAR, DÁ-ME HUMILDADE PARA RECONHECER MINHA FALTA E CORAGEM PARA RECOMEÇAR. QUE A TUA PALAVRA TRANSFORME MINHAS ESCOLHAS E ME ENSINE A FAZER A VONTADE DO PAI. AJUDA-ME A AMAR, SERVIR, PERDOAR E FAZER O BEM, PARA QUE CADA ATITUDE MINHA SEJA UM VERDADEIRO “SIM” AO TEU AMOR. AMÉM.

🎨 EVANGELHO PARA COLORIR

Baixe o desenho da Parábola dos Dois Filhos para colorir. Enquanto pinta, pense em uma atitude concreta que você pode realizar nesta semana para mostrar o seu “sim” a Jesus.



CLIQUE AQUI PARA BAIXAR